“Quem tinha que bater era eu”: Bruno Guimarães explica cobrança contra a Noruega

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Durante uma coletiva de impresa realizada na concentração da Seleção Brasileira em Brisbaine, na Austrália, antes de amistosos, o meio-campista Bruno Guimarães falou pela primeira vez sobre o pênalti perdido na derrota contra a Noruega que culminou na eliminação do Brasil na Copa do Mundo de 2026. O meia falou sobre o sentimento após a eliminação e explicou o porquê ele e não Vini Jr. bateu o pênalti decisivo.

“É um sentimento muito ruim, definitivamente. Perder um pênalti faz parte do futebol, mas a gente nunca está pronto para isso acontecer. Obviamente, é uma ferida, é uma cicatriz. Está muito recente, ainda me magoa, ainda me dói muito isso ter acontecido. Mas faz parte do futebol. Que eu possa aprender com os meus erros, que é o mais importante”, detalhou.

Sobre o fato de Vini Jr. não ter batido a penalidade, Bruno confirmou a versão da comissão técnica e deixou claro que a escolha pelo batedor oficial em campo já havia sido feita antes da partida: “Sempre antes do jogo a gente tem a nossa preleção, e o professor determina quem vai bater. Eu fui o cara escolhido para bater. Ali na hora, teve jogadores que quiseram pegar a bola. Um jogador pega, passa para o outro, até para tentar enganar o goleiro. E foi isso que aconteceu, nada demais. O Vini não era. Quem tinha que bater o pênalti era eu”.





Fonte: Portal Leo Dias